17 e 18 de abril de 2024

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A importância de um líder investir no aprendizado contínuo e na expansão da consciência

A “realidade” que as  pessoas experienciam  é, na verdade, uma interpretação que a mente faz dos fatos. A percepção determina a realidade. Dependendo dos condicionamentos e programações que existam na mente, a qualidade da vida pode ser extremamente prejudicada. É muito difícil a pessoa enxergar os fatos exatamente como eles são. Sempre existe um significado sendo dado oriundo de conceitos pré-estabelecidos, e muitas vezes com um grande viés de negatividade causado pelo estado emocional atribulado que as pessoas se encontram.  

Isso acontece com boa parte das pessoas. E, trazendo isso para o ambiente corporativo, soma-se ainda um fator importante: os líderes operam em um sistema de pressão, de ansiedade, de stress e de preocupação. Isso porque o “filtro” que utilizam para perceber a vida tem essa percepção de que tudo é muito cheio de esforço, agressividade e vivemos quase que em uma guerra interna e externa

Mas, não precisa ser assim. E felizmente, já xiste uma boa parcela de pessoas que se disponibilizam ao longlife learning e a aprenderem a se desenvolver. No entanto, ainda existem muitos que não têm essa experiência de como é viver essa vida muito mais fluida.  

E justamente por isso, vemos tantos casos de burnout, ansiedade, insônia, dificuldades de atingirem a felicidade e de uma pressão interna muito grande. A solução, ao contrário do que se pensa, não está fora. Aliás, essa é a maior ilusão. O externo é apenas um estímulo e sua mente que interpreta aquilo como sendo agradável ou não, motivo de estresse ou oportunidade de crescimento e assim por diante. 

Essa mesma mente incorpora crenças falhas como a dede que só se vive e se produz sob pressão e que é normal passar essa pressão  para toda a equipe. Por mais que se esteja comprovado com pesquisas científicas  que a produtividade aumenta muito quando se vive a partir de um estado de equilíbrio emocional como a maioria das pessoas não tem registro de que de fato isso é possível,  o cenário nunca muda. 

Tudo isso porque desconhecemos a capacidade que temos. A mente humana processa quatrilhões de informações por dia. Deste montante, mais de 95% é totalmente inconsciente. Desta forma, ao invés de usar todo esse potencial, as pessoas acabam usando apenas uma parcela mínima. Ou seja, aquela parte racional que correlaciona sempre a vida a algo muito complicado; cheio de esforço e problemas 

Além disso, a  maior parte das pessoas acreditam que o cérebro é a parte do corpo que comanda tudo; que conduz às decisões; que faz tudo o que tem que fazer. E é aí que volto a questão de que elas vivem essa vida na cabeça delas, sem entender o que é a mente e os condicionamentos enraizados nela. À medida que se simplesmente deixarmos fluir toda nossa potencialidade através  aa consciência que somos, a  vida seria muito mais  prazerosa, sem deixar de fazer nada  do que precisa ser feito.  

Estudos científicos mostram que a comunicação em nosso corpo é predominantemente afluente ao cérebro. Mais de 90% da comunicação sai do corpo para o cérebro e quando estamos sob o efeito de irritabilidade, medo, stress, tristeza ou qualquer outro desses estados emocionais desagradáveis, a qualidade do sinal enviada é totalmente desarmônica.

Sem entrar muito em aspectos técnicos, existe uma central das emoções – o sistema límbico – que  recebe esses sinais e entende que estamos em situação de ameaça. Desta forma, automaticamente inibe o funcionamento das áreas mais nobres do cérebro, responsáveis pela criatividade, pela inteligência, perspicácia e pela sensibilidade. Com isso, passamos a “operar” com as áreas mais primitivas, no mecanismo “fight ou flight”. 

O resultado? Não somente paralisamos, como perdemos todo o potencial de genialidade, que é nossa consciência. Assim, como o contrário é verdadeiro: quando estamos em gratidão com a vida, equilibrados, felizes e em paz, somos muito mais criativos, perspicazes, brilhantes até

Para um líder, o essencial a ser aprendido é o cultivo de todos esses estados agradáveis e aprender a se libertar dos estados limitantes, pois a capacidade produtiva e criativa será infinitamente maior. Estar limitado, impede não só de enxergar oportunidades e implementar ideias diferentes, como de conduzir o time de uma maneira produtiva e eficiente. 

Ficam para trás os líderes que ainda não perceberam o quão importante é a necessidade de investir na expansão da sua consciência no sentido de usufruir da abundância, da beleza e da gratidão ao invés da negatividade. Existem infinitas possibilidades. É preciso aprendê-las e entender que não estamos falando de algo involuntário e nem aleatório e, sim, que pode ser desenvolvido. Quem conseguir isso certamente terá uma liderança muito mais benéfica e poderosa.  

Fernando Gabas é empresário e será um dos palestrantes do SER Longlife Learning, evento que acontece nos dias 18 e 19 de outubro em São Paulo, abordando a importância de viver em estado de Flow. 

SOBRE O SER

Não existem limites para essa evolução. Mas é preciso nos conscientizarmos sobre este fato para permitirmos um desabrochar completo. O SER é um convite para uma nova jornada de autoconhecimento e autodesenvolvimento, que culminará na transformação de muitos para o florescimento de um novo tempo. Este é o momento ideal para concretizar a melhor versão de sua vida, assumir o papel na co-criação de uma nova realidade e responsabilizar-se pela evolução espiritual de todo o planeta.

Um evento singular que evidencia as diferentes formas de lidar com os desafios da rotina, sejam eles em nossas carreiras ou no âmbito pessoal. A 1ª edição do SER Longlife Learning trará mais de 20 grandes nomes nacionais e internacionais, conectando pessoas por meio de palestras e experiências transformadoras.

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